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Por trabalhar com raios infravermelho e sinais de ultrassom, a prancha Fria White Devil protege seu cabelo

Quando personal hair stylists de todo o mundo começaram a usar a prancha – popularmente conhecida como chapinha, os produtos não eram muito seguros e tampouco cuidavam do cabelo. No entanto, a tecnologia das pranchas evolui, bem como a possibilidade de fazer muitos penteados e deixar os cabelos macios e sedosos com o uso de produtos associados. Essa evolução certamente pode ser vista na Prancha Fria White Devil, que usa tecnologias de infravermelho e ultrassom para, além de tudo, proteger o cabelo. Veja só!

O poder do infravermelho e do ultrassom

De acordo com Reinaldo Teles, diretor da Solutions, especializada em produtos revolucionários de beleza , o aparelho tem como intenção imitar a parte mais positiva dos raios solares, que colaboram na estimulação do metabolismo, causando diversas melhorias físicas após o uso. “A lâmpada infravermelha foi desenvolvida para melhorar a qualidade de vida e renovar a saúde das pessoas“, acrescenta.

Por alterar a estrutura molecular e gaseificar a água, faz com que nutrientes e proteínas penetrem diretamente no córtex do cabelo, proporcionando um selamento da abertura da cutícula do fio. Além disso, faz com que o cabelo recupere, inclusive, sua elasticidade e tenha seus fios danificados reparados. Em complemento, o ultrassom proporciona o choque entre as moléculas ao redor da matéria.

A tecnologia da prancha Fria White Devil une o melhor dos dois mundos. Confira:

  • Efeitos não térmicos: pelo efeito mecânico das ondas do ultrassom, alterações dentro dos tecidos acontecem, deixando so fios mais permeáveis nas membranas celular e vascular e, por consequência, do fluxo sanguíneo. Com isso, acontece a estimulação da fagocitose, síntese de proteína, redução de edema, síntese de colágeno, difusão de íons, regenerando todos os tecidos.
  • Efeitos térmicos: os efeitos térmicos podem ser vistos no aumento da velocidade de condução do nervo sensorial, aumento do alongamento das estruturas ricas em colágeno, aumento da deposição de colágeno, aumento do fluxo sanguíneo, redução do espasmo muscular, aumento da atividade das células de defesa (macrófagos) e melhoria da adesão dos leucócitos às células endoteliais danificadas;
  • Ação Coloidoquímica: esta ação proporciona a diminuição da hiperpolimerização da substância fundamental intersticial, além de inibir o extravasamento de sérum para o meio extravascular, diminuir o edema intersticial e a compressão vascular. Além disso, estão entre os benefícios a ativação da circulação e a remoção dos detritos metabólicos que irritam o tecido conjuntivo o que minimiza os processos de fibrose;
  • Cavitação: a cavitação, com ação fibrinolítica, faz a reorganização e modelagem da deposição de fibras de colágeno no tecido conjuntivo subcutâneo;
  • Neovascularização: aumento da circulação local que favorece a nutrição e otimiza a retirada dos detritos metabólicos, além de reduzir o processo de formação de fibrose;
  • Fonoforese: trata-se de um processo em que fisicamente o ultrassom leva o medicamento ou cosmético através da pele e penetra mais profundamente nos tecidos por via transanexial (pelos anexos da pele). A energia ultrassônica pode ser utilizada para liberar medicamentos/ativos cosméticos nos tecidos pelo processo de fonoforese.
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    Enviado pela Quero+Digital